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	<title>Bruno Campagnolo de Paula weblog &#187; javascript</title>
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		<title>Divulgação: Chrome Experiments</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 14:19:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta semana, além do lançamento da versão final do Internet Explorer 8 pela Microsoft também acontece o lançamento do site Chrome Experiments pelo Google.
Este portal organiza um conjunto de experiências interativas, jogos e mini-aplicativos com o objetivo de mostrar o poder do navegador Google Chrome em relação ao desenvolvimento de programas na linguagem JavaScript que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Nesta semana, além do lançamento da <a href="http://www.microsoft.com/brasil/windows/internet-explorer/default.aspx">versão final do Internet Explorer 8</a> pela Microsoft também acontece o lançamento do site <a href="http://www.chromeexperiments.com/">Chrome Experiments</a> pelo Google.</p>
<p style="text-align: justify;">Este portal organiza um conjunto de experiências interativas, jogos e mini-aplicativos com o objetivo de mostrar o poder do navegador <a href="http://www.google.com/chrome">Google Chrome</a> em relação ao desenvolvimento de programas na linguagem JavaScript que executem no navegador Web. Embora o portal seja patrocinado pelo Google e as experiências tenham um melhor aproveitamento apenas no Chrome, chama a atenção a possibilidade de explorar o JavaScript em aplicações gráficas cada vez mais poderosas. E, tão importante do que a demonstração técnica é o fato que estas aplicações são 100% JavaScript, ou seja, não dependem de<strong> nenhum plugin proprietário como Flash ou Java</strong>. Para que no futuro a Web continue aberta, sem dependência de nenhuma empresa e, ao mesmo tempo, a inovação continue a acontecer, o investimento neste tipo de aplicação deve ser estimulado.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro, a dependência do Google enquanto proprietário de um browser e, ao mesmo tempo, buscador web deve ser vista com reservas. O importante é que outros browsers também podem  ter implementações de experiências semelhantes sem precisar da empresa ou de algum de seus plugins. Essa independência se deve ao fato que do lado tecnológico, o que possibilita o funcionamento da maior parte dos códigos no Chrome Experiments são elementos que estão sendo discutidos para a inserção nas especificações <a href="http://dev.w3.org/html5/spec/Overview.html">HTML5</a>/ <a href="http://www.w3.org/TR/css3-roadmap/">CSS3</a> como a tag <a href="https://developer.mozilla.org/en/Canvas_tutorial">&lt;canvas&gt;</a> e as <a href="http://webkit.org/specs/CSSVisualEffects/CSSTransforms.html">transformações CSS</a>. A tag &lt;canvas&gt;, por exemplo, já é presente nativamente na maior parte dos navegadores atuais (menos o IE&#8230;). Porém, mesmo no IE ela pode ser <a href="http://code.google.com/p/explorercanvas/">emulada facilmente</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem não tem acesso ao Chrome, o vídeo abaixo mostra alguns exemplos. Um dos experimentos que mais me cativou foi o <a href="http://www.chromeexperiments.com/detail/twitch/">Twitch</a>. Desenvolvido por um dos criadores da linguagem <a href="http://www.processing.org">Processing</a> (<a href="http://reas.com/blog/archives/84">C. E, B. Reas</a>), usando o port da linguagem para JavaScript (<a href="http://ejohn.org/blog/processingjs/">Processing.js</a>),  é um conjunto de one-button games (jogos  cuja interação usa apenas um botão) que se conectam sequencialmente através das janelas do navegador. No Chrome, cada janela é um processo em separado.  Assim, cada minigame é executado com uma taxa de atualização (frame rate) constante.</p>
<p style="text-align: justify;">O portal é aberto a <a href="http://www.chromeexperiments.com/submit/">contribuições de programadores e designers</a> que tenham interesse em mostrar seus projetos em JavaScript.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/aZo-Uv7TZs8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/aZo-Uv7TZs8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
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		<title>Crítica Rápida: O Melhor do JavaScript</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 16:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Brasil, pouquíssimos livros sobre JavaScript foram publicados nos últimos anos. E o grande problema é que os livros publicados usam sempre uma sintaxe em estilo mais antigo antes da preocupação com a não intrusividade do JavaScript, ou com seu aspecto de linguagem funcional.
Uma excelente surpresa que chegou nas livrarias é a versão em Português [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-74" title="capa-o-melhor-do-javamaior" src="http://www.brunocampagnolo.com/log/wp-content/uploads/2009/02/capa-o-melhor-do-javamaior.gif" alt="capa-o-melhor-do-javamaior" width="122" height="165" />No Brasil, pouquíssimos livros sobre JavaScript foram publicados nos últimos anos. E o grande problema é que os livros publicados usam sempre uma sintaxe em estilo mais antigo antes da preocupação com a não intrusividade do JavaScript, ou com seu aspecto de linguagem funcional.</p>
<p>Uma excelente surpresa que chegou nas livrarias é a <a href="http://altabooks.tempsite.ws/product_info.php?products_id=265&amp;osCsid=2mafcpjou6u9jeun1aabs6pm96">versão em Português</a> do &#8220;JavaScript: The Good Parts&#8221; do<a href="http://www.crockford.com/"> Douglas Crockford</a>.</p>
<p>O livro tem menos de 150 páginas e vai direto ao ponto em uma série de tópicos básicos sobre a linguagem, mas que guardam diversas características complexas para entender para o iniciante. Na prática, programadores que já trabalham com JavaScript são os que mais aproveitam por ser uma referência rápida e leve.</p>
<p>Enquanto professor da linguagem na PUCPR na disciplina de <a href="http://www.brunocampagnolo.com/2009li">Laboratório de Informática</a> do curso de Sistemas de Informação, o que mais chama a atenção e que será mais útil para meus alunos são os capítulos sobre as <strong>partes ruins </strong>do JavaScript. Mais importante do que evitá-las em seu código, creio que o importante é entender o porquê de seus problemas.</p>
<p>Na primeira aula de JavaScript, por exemplo, sempre gero o código da criação de uma calculadora. Saber diferenciar o &#8220;+&#8221; utilizado pela concatenação e o &#8220;+&#8221; utilizado pela operação de adição, o qual exige o uso de uma função parseInt ou parseFloat, permite ao aluno entender como os tipos de dados funcionam na linguagem.</p>
<p>Aproveitando: uma outra boa dica (relembrada hoje por meu ex-aluno Lucas) é a série de vídeos introdutórios sobre JavaScript do próprio Crockford.</p>
<div><object width="512" height="322" data="http://d.yimg.com/static.video.yahoo.com/yep/YV_YEP.swf?ver=2.2.34" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="AllowScriptAccess" value="always" /><param name="bgcolor" value="#000000" /><param name="flashVars" value="id=1710507&amp;vid=111593&amp;lang=en-us&amp;intl=us&amp;thumbUrl=http%3A//l.yimg.com/a/i/us/sch/cn/v/v0/w327/111593_320_240.jpeg&amp;embed=1" /><param name="src" value="http://d.yimg.com/static.video.yahoo.com/yep/YV_YEP.swf?ver=2.2.34" /><param name="flashvars" value="id=1710507&amp;vid=111593&amp;lang=en-us&amp;intl=us&amp;thumbUrl=http%3A//l.yimg.com/a/i/us/sch/cn/v/v0/w327/111593_320_240.jpeg&amp;embed=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<a href="http://video.yahoo.com/watch/111593/1710507">Douglas Crockford: &#8220;The JavaScript Programming Language&#8221;/1 of 4</a> @ <a href="http://video.yahoo.com">Yahoo! Video</a></div>
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