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	<title>Bruno Campagnolo de Paula weblog &#187; vídeo</title>
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	<description>Um pouco de tudo, de tudo um pouco, nada com nada...</description>
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		<title>Vídeo: Twouble with Twitters</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 12:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[twitter]]></category>
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		<description><![CDATA[O Twitter é um sistema de microblogging que originalmente é usado com o objetivo de permitir que os usuários desta rede social informem aos seus amigos o que estão fazendo no momento.

Não sou um usuário muito ativo e na prática, não vejo muita graça no ambiente para sua utilização original.
Agora um uso bem legal para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.twitter.com">Twitter </a>é um sistema de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Microblogging">microblogging </a>que originalmente é usado com o objetivo de permitir que os usuários desta rede social informem aos seus amigos o que estão fazendo no momento.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/RYBMlGNrNh0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/RYBMlGNrNh0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Não sou um <a href="http://twitter.com/bcp">usuário muito ativo</a> e na prática, não vejo muita graça no ambiente para sua utilização original.</p>
<p>Agora um uso bem legal para o twitter é no suporte ao acompanhamento de eventos. Por exemplo, durante o <a href="http://www.inf.pucminas.br/sbgames08/">SBGames</a> do ano passado e o <a href="http://code.google.com/intl/pt-BR/events/developerday/2008/">Google Developers Day</a> usei o Twitter para postar o que acontecia em cada palestra em tempo real.</p>
<p>Uma coisa legal sobre o Twitter é a idéia de ter um espaço restrito a 140 caracteres por postagem o que obriga ao usuário ser conciso. Agora, (como tudo na vida) tem gente que exagera no uso do Twitter. O <a href="http://current.com/items/89891774/supernews_twouble_with_twitters.htm">vídeo a seguir</a>, ilustra com bom humor a dependência a esta ferramenta.</p>
<p><object width="400" height="342" data="http://current.com/e/89891774/en_US" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://current.com/e/89891774/en_US" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Animais virtuais em ambientes de realidade aumentada</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 11:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aplicações de realidade aumentada começam a ter um uso cada vez maior em games e simulações. Em Português, há um excelente portal sobre o assunto. 
Os jogos para as câmeras do PS2 e do PS3 são exemplos de jogos que usam RA. O vídeo abaixo mostra a excelente idéia da Sony: um animal virtual controlado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aplicações de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Realidade_aumentada">realidade aumentada</a> começam a ter um uso cada vez maior em games e simulações. Em Português, há um <a href="http://www.realidadeaumentada.com.br/home/">excelente portal</a> sobre o assunto. </p>
<p>Os jogos para as câmeras do PS2 e do PS3 são exemplos de jogos que usam RA. O vídeo abaixo mostra a excelente idéia da Sony: um animal virtual controlado pela câmera. Embora a idéia não seja nem um pouco nova e original, chama a atenção a simpatia do animalzinho.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/opUEXlX8iwo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/opUEXlX8iwo&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Outro exemplo interessante de realidade aumentada é no iPhone. Novamente, um animal virtual observável pela tela do aparelho é inserido no ambiente real.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_0bitKDKdg0&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/_0bitKDKdg0&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Para implementar este tipo de aplicação uma biblioteca bastante macetosa é a <a href="http://www.hitl.washington.edu/artoolkit/">ARToolkit</a>. Fácil de usar e com port para <a href="http://sourceforge.net/projects/jartoolkit/">Java </a>e para <a href="http://www.bryanchung.net/?p=227">Processing</a>. </p>
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		<title>Arduino + Processing, ou melhor, Processing dentro do Arduino</title>
		<link>http://www.brunocampagnolo.com/log/2009/03/13/arduino-processing-ou-melhor-processing-dentro-do-arduino/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Mar 2009 12:59:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[arduino]]></category>
		<category><![CDATA[processing]]></category>
		<category><![CDATA[touchshield]]></category>
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		<description><![CDATA[O arduino é uma especificação aberta de hardware que é bastante flexível e fácil de usar. Eu tenho um arduino e considero ele muito bom para prototipação rápida de ideias que precisem de alguma interação com hardware.
TouchShield é um display de OLED de baixo custo com touch que pode ser usado junto com o arduino.
No [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.arduino.cc/">arduino </a>é uma especificação aberta de hardware que é bastante flexível e fácil de usar. Eu tenho um arduino e considero ele muito bom para prototipação rápida de ideias que precisem de alguma interação com hardware.<br />
<a href="http://www.liquidware.com/shop/show/TS/TouchShield">TouchShield </a>é um display de OLED de baixo custo com touch que pode ser usado junto com o arduino.<br />
No vídeo abaixo, demonstra-se a biblioteca gráfica do <a href="http://www.processing.org">Processing </a>portada para este conjunto.<br />
<object width="480" height="295"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kn9GhBGiPMA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/kn9GhBGiPMA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"></embed></object><br />
Muito legal a ideia! E demonstra claramente que uma das características mais importantes do Processing não é a plataforma em si, mas a especificação da biblioteca, que já foi portada para diversas plataformas como <a href="http://i.document.m05.de/?p=483">Python</a>, <a href="http://wiki.github.com/jashkenas/ruby-processing">Ruby</a>, <a href="http://ejohn.org/blog/processingjs/">JavaScript </a>e, agora o arduino. Isso mostra que o Processing pode até acabar enquanto ambiente um dia, embora eu duvide muuuuito, mas uma de suas principais contribuições é na discussão de quais funções uma biblioteca gráfica <strong>fácil e prática</strong> deve ter.</p>
<p>Via <a href="http://benfry.com/writing/archives/302">Ben Fry</a>.</p>
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		<title>Crítica Rápida: O Melhor do JavaScript</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 16:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No Brasil, pouquíssimos livros sobre JavaScript foram publicados nos últimos anos. E o grande problema é que os livros publicados usam sempre uma sintaxe em estilo mais antigo antes da preocupação com a não intrusividade do JavaScript, ou com seu aspecto de linguagem funcional.
Uma excelente surpresa que chegou nas livrarias é a versão em Português [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-74" title="capa-o-melhor-do-javamaior" src="http://www.brunocampagnolo.com/log/wp-content/uploads/2009/02/capa-o-melhor-do-javamaior.gif" alt="capa-o-melhor-do-javamaior" width="122" height="165" />No Brasil, pouquíssimos livros sobre JavaScript foram publicados nos últimos anos. E o grande problema é que os livros publicados usam sempre uma sintaxe em estilo mais antigo antes da preocupação com a não intrusividade do JavaScript, ou com seu aspecto de linguagem funcional.</p>
<p>Uma excelente surpresa que chegou nas livrarias é a <a href="http://altabooks.tempsite.ws/product_info.php?products_id=265&amp;osCsid=2mafcpjou6u9jeun1aabs6pm96">versão em Português</a> do &#8220;JavaScript: The Good Parts&#8221; do<a href="http://www.crockford.com/"> Douglas Crockford</a>.</p>
<p>O livro tem menos de 150 páginas e vai direto ao ponto em uma série de tópicos básicos sobre a linguagem, mas que guardam diversas características complexas para entender para o iniciante. Na prática, programadores que já trabalham com JavaScript são os que mais aproveitam por ser uma referência rápida e leve.</p>
<p>Enquanto professor da linguagem na PUCPR na disciplina de <a href="http://www.brunocampagnolo.com/2009li">Laboratório de Informática</a> do curso de Sistemas de Informação, o que mais chama a atenção e que será mais útil para meus alunos são os capítulos sobre as <strong>partes ruins </strong>do JavaScript. Mais importante do que evitá-las em seu código, creio que o importante é entender o porquê de seus problemas.</p>
<p>Na primeira aula de JavaScript, por exemplo, sempre gero o código da criação de uma calculadora. Saber diferenciar o &#8220;+&#8221; utilizado pela concatenação e o &#8220;+&#8221; utilizado pela operação de adição, o qual exige o uso de uma função parseInt ou parseFloat, permite ao aluno entender como os tipos de dados funcionam na linguagem.</p>
<p>Aproveitando: uma outra boa dica (relembrada hoje por meu ex-aluno Lucas) é a série de vídeos introdutórios sobre JavaScript do próprio Crockford.</p>
<div><object width="512" height="322" data="http://d.yimg.com/static.video.yahoo.com/yep/YV_YEP.swf?ver=2.2.34" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="AllowScriptAccess" value="always" /><param name="bgcolor" value="#000000" /><param name="flashVars" value="id=1710507&amp;vid=111593&amp;lang=en-us&amp;intl=us&amp;thumbUrl=http%3A//l.yimg.com/a/i/us/sch/cn/v/v0/w327/111593_320_240.jpeg&amp;embed=1" /><param name="src" value="http://d.yimg.com/static.video.yahoo.com/yep/YV_YEP.swf?ver=2.2.34" /><param name="flashvars" value="id=1710507&amp;vid=111593&amp;lang=en-us&amp;intl=us&amp;thumbUrl=http%3A//l.yimg.com/a/i/us/sch/cn/v/v0/w327/111593_320_240.jpeg&amp;embed=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<a href="http://video.yahoo.com/watch/111593/1710507">Douglas Crockford: &#8220;The JavaScript Programming Language&#8221;/1 of 4</a> @ <a href="http://video.yahoo.com">Yahoo! Video</a></div>
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